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PF mira quadrilha que lesou clientes da Caixa no PR; mandados são cumpridos em SP

MARINGÁ/PR – A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (06/05), as operações Pligma e Escriba. O objetivo é desmantelar organizações criminosas especializadas em aplicar golpes contra clientes da Caixa Econômica Federal em diversas regiões do Paraná.

Embora o foco das investigações aponte para crimes cometidos em solo paranaense, o braço operacional da quadrilha estava localizado em São Paulo. Equipes da PF cumprem, no momento, dez mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão preventiva nas cidades de São Paulo e Osasco (SP).


O Esquema: Do Noroeste ao Centro-Sul

Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa era composta por cerca de 11 suspeitos altamente organizados. A investigação identificou, até o momento, a participação do grupo em pelo menos 16 golpes distintos.

Os criminosos não se limitavam a uma única região, espalhando o prejuízo por agências bancárias de 12 cidades paranaenses:

  • Norte e Noroeste: Paranavaí, Londrina, Apucarana, Arapongas e Sarandi.
  • Centro e Centro-Oeste: Campo Mourão, Mamborê, Pitanga e Engenheiro Beltrão.
  • Campos Gerais e Sul: Ponta Grossa, Guarapuava e Ivaiporã.

Modus Operandi

As operações Pligma e Escriba buscam detalhar como os suspeitos abordavam as vítimas e de que forma acessavam os sistemas ou dados bancários para a efetivação das fraudes. O foco principal eram clientes vulneráveis que utilizavam o autoatendimento das agências da Caixa.

“A ação de hoje visa não apenas prender os executores, mas descapitalizar a organização e identificar possíveis novos integrantes que davam suporte logístico aos crimes praticados no interior do Paraná”, afirmou a assessoria da PF.


Resumo das Operações

DetalheInformação
OperaçõesPligma e Escriba
Alvos11 suspeitos
Mandados (SP e Osasco)10 de Prisão Preventiva / 10 de Busca e Apreensão
Cidades Afetadas12 municípios do Paraná
Instituição LesadaCaixa Econômica Federal

Os presos e os materiais apreendidos serão encaminhados às sedes da Polícia Federal para o fechamento do inquérito. Os envolvidos devem responder por crimes como organização criminosa e estelionato qualificado.

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